Por quantas vezes eu já estive neste mesmo lugar, imaginando coisas semelhantes, buscando razões e motivos para coisas das quais eu sei que jamais encontrarei respostas... Os pensamentos são sempre tão parecidos que eu sempre me perco tentando me encontrar.
Eu nunca sei ao certo o que sentir, nem o que seria ideal diante disso, sei que é extremamente estranho estar assim. Nao há porque culpar a vida de nada, no momento nao há nem a quem culpar, a não ser a mim mesma, eu e o meu orgulho mesquinho, eu e o meu medo idiota, eu e a minha culpa sem fim...
Sim, eu preciso dele ao meu lado, mas eu tenho tanto medo de sempre demonstrar esse amor e ver meu coracão partir mais uma vez, me enxergar sangrando, aos pedaços como eu estive por muito tempo. Basta fechar os olhos que eu enxergo todo o passado, como se nenhum momento pudesse ser esquecido (os ruins, é claro!), os bons momentos se apagam como poeira levada pelo vento. Volta e meia me sinto atormentada por essa situação, isso é patético, infinitamente patético!
Vejo cada detalhe do que passei, cada magoa que senti, toda superação que tive que ter para voltar a acreditar e tornar a sangrar. Ora, mas isso deve ter uma razao plausível, nao?! Ou eu voltaria a vida dele simplesmente para mais tarde sofrer? Não, não pode ser.
Vejo cada detalhe do que passei, cada magoa que senti, toda superação que tive que ter para voltar a acreditar e tornar a sangrar. Ora, mas isso deve ter uma razao plausível, nao?! Ou eu voltaria a vida dele simplesmente para mais tarde sofrer? Não, não pode ser.
Se fosse só sentir saudades, mas vem tudo isso me atormentar, a realidade vem bater-me a cara e dizer “nao seja patética! E se acabar amanhã, você irá sofrer de novo? Não, dessa vez a culpa é só sua!”
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