maio 08, 2010

É como se a cada momento se fosse uma nova pessoa,
é como se todas as vezes que se olha para trás se enxerga um outro ser, uma outra criatura, não importa se melhor ou pior, mas completamente diferente do que se é.
A romântica, a desiludida, períodos de oscilação...
O desejo, a confusão, o sentimento, a reação, o calor, o desejo, a saudade, a alegria, a tristeza, a fantasia... O irreal, o quase real, o perfeito, o desastroso, o que deveria se esquecer, o que se gostaria de lembrar, o que deveria para sempre se apagar...
Dores, e mais dores, coração mutilado, sem mais razão de ser e cheio de ilusões que promovem o sentido.
Sentido? Qual sentido? O de ser? Não. O de não ser.

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